Documento interno · leitura antes da nossa conversa

O que a Piva.Studio faz por um e-commerce

Este material existe para você entender a casa inteira antes da gente sentar para conversar. Está escrito do meu jeito, direto, como eu te explicaria pessoalmente. Leia com calma, na ordem, e anote o que não fizer sentido. O que você anotar é justamente o que a gente vai discutir.

Escrito por Arnaldo, Piva.Studio · 09 de setembro de 2026 · leitura de 25 a 35 minutos

Seção 1Por que você está lendo isto

Antes de falar de comissão, de meta ou de qualquer número, você precisa saber o que a gente vende de verdade. Ninguém vende bem o que não entende.

A Piva.Studio é um estúdio de Salvador que cuida da operação digital de quem vende pela internet. Não somos uma agência que entrega arte bonita e some. A gente entra na loja do cliente, mexe no sistema, arruma o que está quebrado e continua acompanhando depois que entrega. Essa é a diferença que sustenta tudo o que vem a seguir neste documento.

Hoje eu faço tudo: prospecto, converso, apresento, fecho, executo e ainda dou suporte. O gargalo virou eu. É por isso que você entra.

O que eu quero de você

Eu quero você na reunião e no fechamento. A prospecção já está funcionando e é minha: eu tenho um método que gera conversas com lojistas reais, todo dia, dentro de comunidades onde eles pedem ajuda em público. Essas conversas viram reuniões marcadas. O que falta é alguém que sente nessas reuniões, entenda o problema do lojista, apresente a solução certa e feche.

Você não vai precisar caçar cliente do zero, nem fazer ligação fria. A agenda chega com contexto: quem é a pessoa, qual é a loja, o que ela já tentou, o que está quebrado no site dela e o que eu já prometi. Isso está detalhado na seção 10.

O que você precisa saber de técnico

Pouco, mas o pouco certo. Você não precisa saber configurar um ERP. Precisa saber reconhecer o problema quando o lojista descrever e saber dizer, com segurança, que a gente resolve aquilo. As seções 4, 5 e 6 são exatamente esse dicionário: item por item, o que é, para quem serve, o que a gente entrega e o que você fala na reunião.

A regra que vale mais que qualquer técnica de venda aqui dentro

Nunca prometa o que a gente não faz, e nunca cite um caso de cliente que não existe. Se o lojista pedir para ver um trabalho parecido com o dele e a gente não tiver, você diz a verdade: mostra um caso de outro ramo e explica por que o problema é o mesmo. Já perdi tempo e credibilidade forçando isso, e não vale. Cliente que fecha por promessa inflada volta como problema em trinta dias.

Seção 2Quem é o cliente e qual é a dor

Se você entender esta seção, metade da reunião já está ganha. O nosso cliente quase sempre chega dizendo a mesma frase.

O nosso cliente é o lojista que já tem loja virtual e não vende o que deveria. Ele não é uma empresa grande com time de marketing. Na maioria das vezes é uma pessoa só, ou um casal, ou uma pequena empresa familiar, que montou a loja sozinha ou pagou alguém para montar e ficou no ar sem resultado.

Ele costuma estar em uma destas cinco situações:

  1. Loja no ar, visita entrando, zero venda. Tem gente chegando no site e ninguém compra. Quase sempre é falta de confiança na página, não falta de público.
  2. Vende, mas fora do site. O cliente olha o site e fecha no WhatsApp ou no direct. O site virou catálogo. Isso trava o crescimento porque tudo depende do dono responder.
  3. Vende no marketplace e o site não sai do lugar. Mercado Livre ou Shopee sustentam a casa, o site fica parado. Aqui tem dinheiro na mesa: o cliente do marketplace pode virar cliente direto, com margem melhor.
  4. Já pagou alguém e se queimou. Contratou agência ou freelancer, gastou, não vendeu. Esse é o mais desconfiado e também o mais fácil de conquistar, porque ele nunca foi ouvido de verdade.
  5. Operação bagunçada. Estoque que não bate entre canais, pedido perdido, produto vendido que não tinha, ERP contratado e mal configurado. Esse é o cliente que mais precisa da gente e o que paga melhor.

"Deixa eu te perguntar uma coisa antes de eu falar qualquer coisa da minha empresa: hoje, quando entra alguém no seu site e não compra, você sabe dizer o porquê?"

Essa pergunta abre quase toda reunião nossa. Ela é honesta, é sobre ele, e a resposta te dá o diagnóstico inteiro.

O que ele já tentou antes de falar com a gente

Quase sempre nesta ordem: mexeu no site sozinho com ajuda de inteligência artificial, trocou o tema da loja, pediu opinião em grupo de WhatsApp, impulsionou post no Instagram e, por último, pagou tráfego. Quando o tráfego não converte, ele conclui que o problema é o anúncio. Raramente é. O problema costuma estar na página que recebe o anúncio.

Guarde isso, porque é a nossa tese comercial inteira: anúncio em loja que não convence é dinheiro jogado fora. A gente arruma a casa primeiro, depois liga o tráfego. Quando a gente inverte essa ordem, o cliente gasta e culpa a gente.

Sinais de que o lojista tem dinheiro e vai fechar

Sinal na conversaO que isso quer dizer
Está orçando agência agoraTem verba separada e está comparando. Reunião com urgência.
Já gastou com tráfegoTem caixa e tolerância a investir. Precisa de resultado, não de desconto.
Vende bem em marketplaceTem faturamento provado. Vale mostrar o ganho de margem no site próprio.
Tem loja física juntoTem confiança construída que o site não usa. Venda mais fácil.
Está migrando de plataformaMomento de decisão, orçamento já mentalizado.
Fala em contratar alguém para cuidarJá aceitou que não dá conta sozinho. É o nosso cliente ideal.

Sinais de que não vai fechar agora

Loja recém-criada sem faturamento nenhum, pessoa que insiste em fazer tudo sozinha, quem diz que não pode investir no momento e quem opera sem estoque comprando só depois de vender. Esses não são descarte, são nutrição: a gente ajuda com uma dica gratuita, mantém contato leve e volta em uma ou duas semanas. Não gaste hora de reunião com eles.

Seção 3Como a gente vende: os dois caminhos

Tudo que a gente oferece cabe em duas prateleiras. Saber em qual delas você está mexendo muda o preço, o discurso e o tamanho da venda.

Caminho A: produto solto

Uma entrega com começo, meio e fim. O cliente contrata uma coisa, a gente entrega, ele paga uma vez. Serve para resolver um problema específico e, principalmente, serve como porta de entrada. É mais fácil alguém dizer sim para uma entrega pontual do que para um contrato mensal.

Exemplos: montar a loja, arrumar a loja que já existe, integrar com Mercado Livre, subir dois mil produtos, criar a identidade visual, fazer uma landing page.

Caminho B: Marketing 360 e operação assistida

A gente cuida da operação do cliente todo mês. Não é pacote de posts. É a casa inteira: loja, catálogo, integrações, conteúdo, tráfego e acompanhamento, com uma pessoa respondendo por tudo. É onde está o dinheiro previsível da Piva, e é o que a gente quer que a maioria vire com o tempo.

"A gente pode começar arrumando só o que está travando agora, e você vê como é trabalhar comigo. Se fizer sentido, a gente passa a cuidar da operação inteira no mês seguinte. Eu prefiro que você contrate pouco e confie, do que contrate muito e se arrependa."

A escada que eu quero que você use

  1. DiagnósticoA gente abre a loja dele na tela, mostra os pontos onde o cliente dele desiste e diz o que faria primeiro. Isso não é reunião de venda disfarçada: é a venda. Quem vê o próprio problema com clareza compra a solução.
  2. Entrega de entradaUm serviço solto que resolve a dor mais urgente e prova o nosso trabalho. Prazo curto, resultado visível.
  3. Operação assistidaCom a confiança feita, a gente assume a rotina. É o contrato mensal.
  4. Marketing 360Quando a operação está redonda, entra conteúdo, tráfego e marca. É o topo da escada e o maior ticket.

Nem todo cliente sobe a escada inteira, e tudo bem. Mas raramente alguém começa no degrau 4. Quem tenta vender o 360 na primeira reunião normalmente ouve "vou pensar".

Seção 4Catálogo, parte 1: a loja

Tudo que envolve a vitrine: criar, migrar, arrumar e fazer a loja convencer quem chega. É por aqui que a maioria das conversas começa.

Criação de loja virtual

Entrega pontual · porta de entrada
O que é
A gente monta a loja do zero: plataforma escolhida, tema instalado e adaptado à marca, produtos cadastrados, formas de pagamento e envio configuradas, domínio ligado, e a loja no ar vendendo.
Para quem
Quem vende no Instagram ou no WhatsApp e ainda não tem site, e quem tem loja física querendo abrir o canal online.
Plataformas
Nuvemshop é a nossa casa, é onde a gente tem mais quilometragem. Também trabalhamos com Shopify.
O que entra
Estrutura de categorias, páginas institucionais, política de troca, frete configurado, meio de pagamento ativo, rastreamento instalado desde o primeiro dia, e um treinamento para o cliente saber mexer.
Cuidado
Loja no ar não é loja vendendo. Sempre venda junto o mínimo de conversão: prova social, frete claro e rastreamento. Site entregue sem isso volta como reclamação em dois meses.

"Montar a loja é a parte fácil, e é onde quase todo mundo para. O que eu faço diferente é entregar a loja já preparada para receber gente: com o rastreamento ligado, o frete resolvido e a página do produto pronta para convencer. Site bonito que não vende, você já viu."

Atenção, e isso é importante: os casos que a gente tem documentados são de lojas que já existiam e que a Piva assumiu, evoluiu e opera. Se o lojista pedir para ver uma loja que a gente criou do zero, fale comigo antes de responder. A capacidade técnica está toda aqui, a plataforma é a que a gente mais domina, mas eu não quero você mostrando um caso que não é exatamente aquilo que ele pediu.

Migração de plataforma

Entrega pontual
O que é
Levar a loja de uma plataforma para outra sem perder produto, cliente, histórico nem posição no Google.
Para quem
Quem está insatisfeito com a plataforma atual, geralmente por custo, por limitação ou por bloqueio de produto.
Por que importa
Migração feita errada derruba o faturamento por semanas. Endereço de produto que muda sem redirecionamento significa perder tudo que o Google já indexou.
Sinal na conversa
Quando o lojista diz "estou saindo da plataforma X", é um dos melhores momentos de venda que existe: ele já aceitou que vai gastar e já está decidindo.

Não prometa que a migração não afeta as vendas. Afeta, e o honesto é dizer que a gente planeja para o impacto ser o menor possível e por quanto tempo.

Diagnóstico e otimização de conversão

Entrega pontual · porta de entrada
O que é
A gente abre a loja que já existe, mede o que está travando a venda e arruma. É o serviço mais fácil de vender, porque o problema já dói.
O que a gente mede
Rastreamento instalado ou não, prova social nas páginas, clareza do frete e do prazo, parcelamento, velocidade no celular, título e descrição dos produtos, caminho até o carrinho, e o que aparece antes do cliente rolar a página.
Os achados que mais se repetem
Loja sem nenhuma avaliação de cliente. Frete grátis prometido no topo com um valor mínimo que a maioria dos produtos não alcança. Título da loja ainda no padrão da plataforma, o que faz o Google mostrar "Loja online de Fulano". Depoimento que veio de exemplo do tema, com nome inventado. Ausência de rastreamento, que impede qualquer anúncio aprender.
Como isso vira venda
Mostrando na tela, não contando. O lojista vê o próprio site com o olhar de quem nunca o viu, e a venda acontece sozinha.

A gente já fez esse diagnóstico em dezenas de lojas reais e ele é sempre feito com medição, não com opinião: a gente lê o código da página e mede o que está lá. Numa loja de moda praia, por exemplo, o achado foi o frete grátis anunciado no topo com mínimo muito acima do preço das peças: o cliente só descobria no carrinho.

Site institucional, landing page e proposta digital

Entrega pontual
O que é
Páginas fora da loja: apresentação da empresa, página de campanha, página de captação de contato, convite de evento, apresentação comercial.
Como entregamos
Página publicada em endereço próprio, que abre em qualquer celular, com carregamento rápido e no visual da marca do cliente.
Onde encaixa na venda
É uma entrega de ticket menor que serve para abrir porta e para atender o cliente que ainda não está pronto para mexer na loja inteira.

Seção 5Catálogo, parte 2: a operação

Esta é a parte que quase nenhum concorrente faz direito, e é a que nos diferencia. Quando você dominar este vocabulário, vai fechar venda que ninguém mais consegue.

Configuração de ERP

Entrega pontual, vira recorrente
O que é em português
ERP é o sistema que fica no meio de tudo: guarda os produtos, controla o estoque, recebe os pedidos de todos os canais e emite a nota fiscal. Sem ele, cada canal é uma ilha.
Quais
Bling e Tiny são os dois que a gente indica e domina. Bling é o melhor custo para quem está estruturando.
O problema real
Quase todo lojista que tem ERP tem ERP mal configurado. Ele pagou, alguém instalou, e a coisa nunca funcionou direito. Estoque que não bate é o sintoma clássico.
O que a gente entrega
Cadastro padronizado, estoque conferido, integrações ligadas, emissão de nota funcionando e o cliente sabendo operar.

"Deixa eu adivinhar: você contratou o sistema, alguém configurou, e até hoje o estoque não bate. Isso não é defeito do sistema, é configuração. É o tipo de coisa que eu arrumo em poucos dias e que muda a sua rotina inteira."

Integração com marketplaces

Pontual para ligar, recorrente para manter
O que é
Colocar os produtos da loja para vender também em Mercado Livre, Shopee, Amazon, Magalu e TikTok Shop, com um estoque só. Vendeu em qualquer canal, baixa em todos.
Por que é ouro
É a diferença entre a loja depender do Instagram e a loja aparecer onde as pessoas já procuram para comprar. Marketplace tem público pronto.
O que costuma travar
Categoria e atributos exigidos pelo marketplace, foto fora do padrão, cadastro incompleto e falta de código de barras. Não é a conexão que trava, é o conteúdo do cadastro.
Detalhe que vale dinheiro
Quem já vende bem em marketplace pode trazer esse cliente para o site próprio, onde a margem é muito melhor. Cupom impresso dentro da caixa e avaliações do marketplace usadas como prova na loja: dois movimentos simples que a gente já aplica.

A gente opera hoje uma loja com mais de dois mil produtos rodando ao mesmo tempo em loja própria, Mercado Livre e Shopee, com estoque único. Isso não é teoria: é rotina diária aqui.

Cadastro e enriquecimento de catálogo

Entrega pontual por volume
O que é
Subir ou arrumar produto em escala: título que a pessoa realmente pesquisa, descrição que vende, foto no padrão, categoria certa, código de barras, variações de tamanho e cor.
Para quem
Quem trabalha com muitos itens ou com estoque de fornecedor e precisa publicar rápido. É o gargalo que faz o lojista perder venda por lentidão.
Como a gente faz
Em massa, com planilha e ferramenta, não item por item na mão. É isso que torna o serviço viável e o preço competitivo.
Sinal na conversa
"Minha agência demora demais para cadastrar", "tenho quinhentas peças paradas", "as fotos vêm do fornecedor".

Preço e margem por canal

Entrega pontual, alto valor percebido
O que é
Calcular quanto o lojista realmente recebe em cada canal, depois de comissão, taxa por item e frete, e reprecificar tudo para ele não vender no prejuízo.
Por que quase ninguém faz
Porque exige entender a tabela de taxas de cada marketplace, que muda por faixa de preço, e porque exige mexer em centenas ou milhares de anúncios sem quebrar nada.
O impacto
É o serviço que mais rápido devolve dinheiro para o cliente. Tem lojista vendendo item que dá prejuízo e não sabe.

"Você sabe, hoje, quanto sobra no seu bolso em cada venda do Mercado Livre? Não o preço do anúncio: o que cai na conta depois de tudo. A maioria não sabe, e tem item vendendo no prejuízo sem ninguém perceber. Isso a gente mede item por item."

Frete, prazo e logística

Entrega pontual
O que é
Configurar as opções de envio, negociar o que dá para negociar, e principalmente deixar prazo e custo claros para o comprador antes do carrinho.
Casos que a gente resolve
Produto sob encomenda que precisa somar dias de produção ao prazo de entrega, por produto e não para a loja inteira. Frete grátis com regra que faz sentido para a margem. Integração com os serviços de envio.
Por que vende
Frete é a principal causa de carrinho abandonado. É uma dor que o lojista sente todo dia e não sabe nomear.

Operação assistida

Recorrente · o coração do negócio
O que é
A gente cuida da operação do cliente todo mês: catálogo, estoque, integrações, preço, pedidos travados, ajustes na loja e o que aparecer. Ele tem alguém que responde.
Para quem
Lojista que já fatura e não dá conta sozinho, e lojista que já entendeu que loja é operação diária, não projeto que acaba.
Como vender
Nunca como primeira oferta. Vem depois de uma entrega pontual bem feita, quando a confiança já existe. A frase que abre é sempre a mesma: eu cuido da loja no dia a dia, não entrego e sumo.
Por que é o mais importante
Previsibilidade. Uma carteira de clientes em operação assistida é o que faz a Piva crescer sem depender de vender de novo todo mês. É onde eu quero a sua comissão puxando.

Seção 6Catálogo, parte 3: a demanda

Depois que a casa está arrumada, a gente traz gente para dentro. Esta é a parte que o cliente entende mais fácil e pede primeiro, e que quase sempre precisa vir depois.

Tráfego pago

Recorrente
O que é
Anúncio no Meta, que é Instagram e Facebook, e no Google. Campanha montada, criativo produzido, público definido, acompanhamento e relatório do que cada real trouxe de volta.
A nossa regra
A gente não roda anúncio para loja que não está pronta para receber. Se a página não convence, o dinheiro vira aprendizado caro. Isso é posicionamento e o cliente respeita quando você explica.
O que a gente acompanha
Retorno sobre o investimento, custo por venda, taxa de conversão do site, frequência do anúncio e qualidade do criativo. Quando o número cai, a gente identifica se é criativo cansado, público errado ou problema na loja.
Erro comum do lojista
Achar que anúncio ruim é sempre problema de público. Na maioria das vezes é criativo ou é a página de destino.

Em um cliente nosso de moda infantil, a operação de tráfego é acompanhada diariamente, com decisão de pausar ou manter cada campanha com base no retorno medido por anúncio. Em setembro de 2026 esse cliente teve um dia com quatorze pedidos e mais de quatro mil reais na loja, com retorno de cinco vezes o investido no Meta. Números com data e medidos por API, não estimativa.

Conteúdo e redes sociais

Recorrente
O que é
Post, story, carrossel, reel, edição de vídeo, legenda e calendário. Feito no visual da marca do cliente, não em template genérico.
Como a gente trabalha
Cada cliente tem um conjunto de regras visuais registrado aqui dentro: tipografia oficial, paleta, o que é proibido usar, e material real do cliente. Nada de foto de banco de imagens fingindo ser a loja dele.
Nossa exigência
Foto real do cliente sempre que o assunto for produto, loja ou pessoa. Isso é regra da casa e o cliente percebe a diferença.

Identidade visual e design system

Entrega pontual
O que é
Definir como a marca se apresenta: tipografia, cores, uso do logo, estilo de foto, e um conjunto de regras que faz toda peça futura sair coerente.
Por que vale
É o que separa a loja que parece amadora da loja que parece marca. Cliente que confia na aparência compra sem perguntar tanto.
Onde encaixa
Ou como entrega de entrada para marca nova, ou dentro do Marketing 360.

Automação de atendimento

Pontual para montar, recorrente para cuidar
O que é
Fluxo automático que recebe quem chama no direct do Instagram ou no WhatsApp, faz as perguntas certas, separa quem é comprador de quem é curioso e entrega o contato pronto.
Para quem
Quem recebe muita mensagem e perde venda por demora, e quem faz anúncio que leva para conversa.
Dor que resolve
"Chega um monte de gente e ninguém fecha" costuma ser público errado ou atendimento lento. A automação ataca a segunda metade.
Onde estamos
A gente já montou fluxo completo de triagem de lead vindo de anúncio, com qualificação por pergunta e entrega do contato no WhatsApp. Fale desse serviço com naturalidade, mas não prometa prazo curto sem falar comigo: automação depende de acesso e de decisão do cliente para entrar no ar.

Extras que abrem porta

Entrega pontual
Realidade aumentada
Experiência que a pessoa abre pelo celular, sem instalar nada, apontando para uma embalagem, um cartão ou um impresso. Serve para encantar e diferenciar. A gente já produziu isso para cliente.
Painel do cliente
Uma página onde o cliente acompanha o que está sendo entregue e os números da operação dele. Reduz cobrança e aumenta a percepção de valor do contrato mensal.
Material impresso e apresentação
Quando o cliente precisa de algo para levar a uma reunião ou a um evento.

Esses itens raramente vendem sozinhos, mas fecham reunião quando o lojista está em dúvida entre a gente e outro fornecedor: eles mostram repertório.

Seção 7Marketing 360

É o nosso pacote fechado, o maior ticket e o que mais amarra o cliente. Vale entender o que ele é e, principalmente, quando não oferecer.

Marketing 360 é a gente cuidando de tudo que faz a loja vender: a marca, o conteúdo, o anúncio, a loja e a operação por trás. Uma equipe só, um interlocutor só, com reunião de acompanhamento e relatório do que aconteceu no mês.

O que costuma entrar

FrenteO que a gente faz
MarcaIdentidade, padrão visual, regras de uso, direção de arte das peças
ConteúdoCalendário, posts, stories, reels, legendas, edição de vídeo
TráfegoCampanhas, criativos, público, acompanhamento e relatório
LojaAjustes de conversão, páginas de campanha, promoções
OperaçãoCatálogo, integrações, estoque, preço, o que travar no dia a dia
AcompanhamentoReunião periódica com o cliente e um responsável nomeado

Como montar o pacote na reunião

Não existe um 360 igual para todo mundo. O que existe é o método: a gente escuta, escolhe as frentes que aquele cliente precisa, e monta o valor em cima disso. Um cliente que já tem quem faça conteúdo não paga por conteúdo. Um cliente sem marca definida começa pela marca.

"O 360 não é um pacote de posts. É a gente assumindo o resultado da sua operação inteira: quem cuida da loja, de quem entra nela e do que ela fala. Você passa a ter uma pessoa para chamar, não quatro fornecedores para cobrar."

Não ofereça 360 para quem ainda não confia na gente, nem para quem tem a operação quebrada. Vender 360 para uma loja com estoque errado e sem meio de pagamento é vender um telhado para uma casa sem parede. Arruma a operação primeiro, e o 360 vem naturalmente no mês seguinte.

Seção 8Quanto a gente cobra

Vou ser honesto com você logo de cara: a Piva não tem uma tabela de preço fixa. Cada proposta é montada por escopo. Isso tem uma razão, tem um custo, e é uma das primeiras coisas que eu quero resolver com a sua chegada.

Por que não existe tabela

Porque nenhum cliente chega igual ao outro. Um tem a loja pronta e precisa só de tráfego. Outro tem três mil produtos bagunçados e nenhuma marca. Cobrar o mesmo dos dois seria errado com um e prejuízo com o outro. Então a gente escuta, define o escopo e monta o valor.

O custo disso é que a venda fica lenta e depende de mim para precificar. Com você aqui, eu quero chegar em três ou quatro pacotes com preço de partida, para você poder falar valor em reunião sem me consultar toda vez. Isso é assunto da nossa conversa.

Faixas que a casa já praticou de verdade

Estes números são de propostas reais já montadas e enviadas, entre junho e setembro de 2026. Servem para você calibrar o tamanho do jogo, não para cotar de cabeça na frente do cliente.

Tipo de vendaFaixa praticadaFormato
Pacote de entrada para lojista iniciante, com prazo de campanhacerca de R$ 1.500Pagamento único
Acompanhamento mensal de operação, porta de entradaa partir de R$ 497 por mêsMensal
Estruturação de e-commerce em fases: sistema de gestão, loja, personalização, artes e conta de anúncioR$ 3.000 na primeira fase, mais R$ 1.000 para ligar o marketplaceÚnico por fase
Site institucionalcerca de R$ 3.000Pagamento único
Página de vendascerca de R$ 1.000Pagamento único
Identidade visualcerca de R$ 3.500Pagamento único
Conteúdo e redes sociaiscerca de R$ 2.500 por mêsMensal
Gestão de tráfegoR$ 1.500 a R$ 2.000 por mêsMensal, verba de mídia à parte
Automação de atendimentocerca de R$ 2.000 por mêsMensal
Contrato mensal completo, escopo médioR$ 3.000 a R$ 4.000 por mêsMensal, contrato de 3 a 12 meses
Marketing 360 fechadoR$ 5.000 a R$ 7.000 por mêsMensal, contrato de 6 meses
Referência interna de pacotesEssencial R$ 2.000, Performance R$ 3.500, 360 R$ 5.000Mensal

Leia a tabela de baixo para cima e você entende a lógica da casa: o mesmo trabalho vendido item a item chega perto de nove mil por mês, e fechado em pacote fica entre cinco e sete mil. O pacote é mais barato para o cliente e melhor para nós, porque garante meses seguidos e uma operação só.

"Se você contratar cada coisa separada, dá um valor. Se você me deixar cuidar do conjunto, sai menos e funciona melhor, porque as partes conversam entre si. Não adianta eu fazer anúncio bom para uma página que não converte, nem página boa sem ninguém chegando nela."

O que nunca entra no nosso preço

Isso também vale para a sua comissão: ela é calculada sobre o que a Piva recebe de honorário, nunca sobre verba de mídia ou custo repassado. Um contrato com quinze mil de mídia por mês não é um contrato de quinze mil.

Como montar valor na reunião sem me ligar

  1. Enquadre pelo tamanhoCliente iniciante sem faturamento entra pela entrega pontual barata. Cliente que já fatura e já gasta com tráfego entra pelo mensal.
  2. Some as frentesCada frente da tabela tem uma faixa. Some as que ele precisa e você chega no valor cheio.
  3. Ofereça o pacoteApresente o valor cheio e, em seguida, o pacote fechado com desconto. O contraste é o que fecha.
  4. Ancore no contratoNossos contratos mensais têm prazo mínimo, de três a doze meses. Resultado em operação não acontece em trinta dias e prometer isso é armadilha.

Comigo você ainda vai fechar: os preços de partida oficiais, até quanto você pode dar de desconto sozinho, se existe taxa de setup, e a política de reajuste. Enquanto isso não estiver definido, todo valor passa por mim antes de ir ao cliente. Não é falta de confiança, é que eu não quero você preso a um número que eu não consigo entregar com margem.

Seção 9Prova: clientes e números

Esta seção é a sua munição. Tudo aqui é real, medido e com data. Decore os três primeiros casos, porque eles cobrem quase toda objeção que você vai ouvir.

Regra que não se quebra: só cite caso que existe e que a gente consegue abrir na tela se pedirem. Se o lojista for de um ramo onde a gente não tem cliente, diga isso na cara e use um caso de outro ramo explicando por que o problema é o mesmo. Eu já disse a uma lojista que a gente cuidava de uma loja do ramo dela, e não cuidava. Se ela tivesse pedido para ver, eu não teria o que mostrar. Não repita esse erro.

Caso 1: loja de moda e utilidades infantis

É o nosso caso mais completo e o que você mais vai usar. A gente cuida da operação inteira: loja própria, Mercado Livre e Shopee com estoque único pelo sistema de gestão, mais de dois mil produtos, mais o tráfego pago.

Escala: mais de 2.400 anúncios ativos na Shopee e cerca de 1.700 no Mercado Livre, com preço conferido item a item contra a tabela de taxas de cada canal, para a cliente não vender no prejuízo.

Resultado de tráfego: em 8 de setembro de 2026 a loja fez 14 pedidos e mais de 4 mil reais em um único dia, com retorno de 5 vezes o valor investido no Meta naquele dia. O mês subiu de 2,16 para 2,54 de retorno médio.

Operação: em uma única madrugada, 386 novos vínculos de produto criados e conferidos um a um, e estoque atualizado em massa em dezenas de páginas de catálogo.

Frete inteligente: mais de mil produtos sob encomenda passaram a somar automaticamente os dias de fabricação ao prazo de entrega, produto por produto, coisa que a plataforma só fazia para a loja inteira. Conferido na loja real: o prazo mostrado ao cliente mudou exatamente os dias combinados.

Use este caso quando o lojista disser: eu vendo no marketplace mas o site não anda; meu estoque não bate; ninguém dá conta do meu volume de produtos; meu produto é sob encomenda e o prazo sai errado; tráfego não funciona para mim.

Caso 2: livraria com loja física e online

Loja virtual, catálogo grande e frente de caixa física integrada ao mesmo sistema. O que a gente entregou aqui:

Use este caso quando o lojista tiver loja física junto com a online, catálogo bagunçado, ou quiser algo diferente para se destacar.

Caso 3: e-commerce de eletrônicos com Google

Aqui a frente é outra: campanhas no Google com o catálogo do cliente conectado ao serviço de comparação de produtos do Google, usando as fotos reais dos produtos. Campanha ativa e veiculando desde agosto de 2026, com acompanhamento diário.

Use este caso quando o lojista falar de Google, de produto com preço alto, ou de quem já busca o produto pelo nome.

Caso 4: diagnóstico de operação em loja maior

Diagnóstico completo de uma operação em outra plataforma, com sistema de gestão contratado e mal aproveitado, entregando o mapa do que estava quebrado e o caminho para arrumar. Serve para mostrar que a gente também lê operação que não montou.

Fora do e-commerce

A casa também atende hotelaria, arquitetura, imobiliária, clínica e negócios locais com marca, conteúdo e site. Isso importa em reunião por dois motivos: mostra repertório de marca e mostra que a gente não vive de uma receita só. Mas o foco comercial que você vai atacar é e-commerce.

A prova mais forte que você tem

2.000+produtos operados em 3 canais com estoque único
5xretorno sobre o investido em tráfego, medido em 08/09/2026
25de 26 lojistas responderam nossa primeira mensagem
8reuniões marcadas em uma semana de prospecção

Repare que nenhum desses números é sobre nós: são sobre o que a gente fez acontecer. Em reunião, número que fala do cliente vale mais que número que fala da agência.

Vou te entregar, antes da sua primeira reunião, prints e telas reais desses casos para você mostrar: a tela do sistema, o gráfico do resultado, o antes e depois da página. É isso que convence lojista, não apresentação genérica.

Seção 10De onde vêm as reuniões

Você não vai prospectar do zero. Esta seção explica a máquina que já roda e o que exatamente chega na sua mão.

O método, em uma frase

A gente entra nas comunidades onde os lojistas já estão, escuta quem pede ajuda em público, e chama essa pessoa no privado falando exatamente do problema que ela acabou de descrever. Nunca vendemos no grupo. Nunca mandamos mensagem em massa.

O primeiro campo de teste foi um grupo oficial de uma plataforma de e-commerce com 906 lojistas. Em um único dia de operação, o resultado foi este:

906lojistas mapeados no nosso CRM
26abordados no privado em um dia
25responderam a primeira mensagem
8reuniões marcadas na mesma semana

Vinte e cinco respostas em vinte e seis abordagens não é sorte nem simpatia. É porque a primeira mensagem cita, com as palavras da própria pessoa, algo que ela escreveu em público, e traz um detalhe real do site dela que a gente foi conferir antes de escrever.

Como funciona, passo a passo

  1. MapeamentoTodos os membros da comunidade entram no CRM com telefone e histórico do que falaram.
  2. EscutaUm monitor acompanha o grupo o dia inteiro e marca quem reclamou de algo concreto: não vende, frete errado, não consegue integrar, quer opinião sobre a loja.
  3. Conferência da lojaAntes de qualquer mensagem, a gente abre o site da pessoa e mede o que dá para medir: plataforma, se tem pixel, se tem avaliação, como está o frete, o parcelamento, o título da loja.
  4. Primeira mensagemDuas mensagens curtas: quem sou eu, o que você disse, um detalhe real do seu site e uma pergunta fácil. Zero oferta.
  5. ConversaDe duas a três rodadas de ajuda de verdade, sem cobrar nada, entendendo o que a pessoa já tentou.
  6. ConviteNo primeiro sinal de decisão, o convite para uma conversa de vinte minutos com dois horários à tarde.
  7. ReuniãoAqui entra você.

O que chega na sua mão antes de cada reunião

Um briefing de uma página por reunião, gerado do CRM. Ele traz:

Esse briefing não é uma promessa: ele já existe e já é gerado automaticamente para cada reunião marcada. Na nossa conversa eu te mostro os que já estão prontos, com nome, loja e histórico de verdade.

Seção 11Como conduzir a reunião

A reunião tem um formato definido, e ele foi ajustado errando. Siga este roteiro nas primeiras semanas, mesmo que o seu instinto peça outra coisa.

A regra número um: a reunião é para entender, não para executar

A pessoa vai chegar com um problema técnico na mão e vai querer que você resolva ali, ao vivo. Não resolva. Se você configurar o pagamento dela na chamada, você acabou de entregar de graça o serviço que a gente vende, e a reunião virou suporte.

O convite que a gente faz é sempre este: você me mostra a tela, eu entendo o que está travando e te digo o caminho. Nunca: eu resolvo, eu ativo, eu configuro, eu arrumo. É uma diferença de uma palavra que muda a natureza do encontro.

"Deixa que eu configuro isso pra você agora." Vira suporte gratuito, some o valor do serviço e cria um compromisso que ninguém autorizou.

Preço solto no meio da conversa. Valor só depois do diagnóstico e do escopo. Preço antes do problema estar claro sempre parece caro.

Falar mal de quem fez o site. Muitas vezes é o marido da prima, o sobrinho, um amigo. Atacar a pessoa é atacar a escolha do cliente. A frase certa é: uma coisa é fazer o site, outra é fazer o site vender, e é nessa segunda que eu entro.

Citar caso de cliente que não existe. Explicado na seção 9.

Os 20 minutos, na ordem

  1. Dois minutos de genteNada de script. A pessoa precisa sentir que tem alguém do outro lado, não um vendedor.
  2. Cinco minutos ouvindoPeça para ela contar o que está acontecendo e cale a boca. Deixe ela falar até acabar. É aqui que aparece o que o briefing não tinha.
  3. Cinco minutos com a loja na telaAbra o site dela e mostre os três pontos onde o cliente desiste. Mostre, não conte. Isso é o que faz a pessoa entender que precisa de ajuda.
  4. Três minutos de caminhoDiga o que faria primeiro, segundo e terceiro. Sem detalhar como. O como é o serviço.
  5. Cinco minutos de propostaSó agora: o que a gente faz, em qual formato, e o próximo passo com data. Se ela pedir valor e o escopo estiver claro, você diz. Se não estiver, você marca o retorno com a proposta.

Como fechar sem empurrar

Termine sempre com um próximo passo datado. Nunca com "qualquer coisa me chama". As duas frases que funcionam:

"Pelo que você me contou, eu começaria por [ponto único]. Isso a gente resolve em [prazo]. Eu te mando a proposta hoje ainda e a gente conversa na [dia], pode ser?"

"Você prefere que eu monte a proposta só dessa parte, ou você quer ver o quadro completo do que eu faria na sua operação em três meses?"

Coisas que aprendi apanhando e que valem para você

Seção 12Objeções e respostas

Estas cinco objeções aparecem em quase toda reunião. As respostas abaixo são as que funcionaram comigo, não teoria de curso de vendas.

"Já paguei alguém e não deu em nada"

Essa resposta é honesta, tira a culpa da pessoa e ao mesmo tempo explica por que a gente é diferente de quem ela contratou.

"Está caro"

Antes de responder, descubra caro comparado a quê. Quase sempre a comparação é com o freelancer que cobrou trezentos reais para montar a loja. Aí a resposta é a diferença de escopo, não de preço:

"Faz sentido parecer, se a comparação for com quem monta a loja e entrega o link. O que eu faço é diferente: eu fico junto depois que entra no ar, que é quando o problema aparece. Se o que você precisa é só o site no ar, eu te falo com sinceridade que tem gente mais barata que eu para isso."

Dizer isso fecha mais venda do que dar desconto. E quando não fecha, era cliente errado mesmo.

"Vou fazer sozinho, hoje tem inteligência artificial"

Não brigue com isso, porque é verdade. Muitos lojistas já montam a loja com ajuda de IA. O argumento é o outro:

"Você consegue mesmo, e várias pessoas do grupo estão fazendo. A pergunta é outra: quando a sua loja estiver vendendo bem, você vai querer estar mexendo em cadastro de produto e em campanha de anúncio, ou vendendo? Eu não entro para fazer o que você não sabe. Entro para você parar de fazer o que não deveria estar fazendo."

"Preciso pensar" ou "vou ver com meu sócio"

Aceite na hora, sem insistir, e amarre a data. Insistir aqui queima. O que funciona é sair da reunião com um compromisso pequeno e concreto: um material que você vai mandar, uma informação que ela vai levantar, e um dia certo para retomar.

"Você é de onde? Vocês são grandes?"

Responda com verdade e sem se diminuir. Somos um estúdio de Salvador, enxuto, que atende cliente em vários estados e cuida de operação de verdade, com nome e sobrenome. Cliente pequeno não quer agência grande, quer alguém que atenda quando ele chamar. Isso é vantagem, não desculpa.

Seção 13Comissão, regras e próximos passos

Aqui está o que já é regra da casa e o que ainda vou definir com você. Deixei separado de propósito, para a nossa conversa ser sobre a segunda parte.

Regras que já valem

Comissão: o que já está estudado

Eu não vou te apresentar um número fechado aqui, porque quero decidir isso com você na mesa. Mas não estou começando do zero: a casa já estudou três modelos, e eles são a base da nossa conversa.

ModeloQuando se aplicaFaixa estudada
Só indicaçãoA pessoa apresenta o cliente e sai10 a 15% da entrega pontual, ou 10% das três primeiras mensalidades
Indica e participaApresenta e acompanha a venda20% da entrega pontual, mais 10% da mensalidade por seis meses
Representante comercial ativoConduz reunião e fecha, que é o seu caso20 a 30% da receita líquida enquanto estiver atuando

O seu papel é o terceiro. O que eu quero discutir dentro dele: percentual maior no contrato mensal do que na entrega pontual, porque é o mensal que sustenta a casa, e por quanto tempo a comissão acompanha o cliente que você trouxe.

Duas regras que já valem em qualquer modelo: a comissão é calculada sobre o honorário da Piva, nunca sobre verba de mídia, ferramenta, hospedagem ou imposto; e a comissão é paga depois que o cliente paga, não na assinatura.

Ainda em aberto para a nossa conversa: percentual final, se existe parte fixa, meta, autonomia de desconto, o que acontece quando o cliente vem de uma indicação sua e não da nossa prospecção, prazo de pagamento e o que acontece com a comissão se o cliente cancelar cedo.

O que eu sugiro para as suas duas primeiras semanas

  1. Ler este material inteiroE anotar tudo que ficou confuso. O que você não entendeu, o cliente também não vai entender.
  2. Assistir duas reuniões comigoVocê só ouve. Depois a gente conversa sobre o que aconteceu em cada uma.
  3. Conduzir duas reuniões comigo juntoVocê fala, eu entro só se travar.
  4. Assumir a agendaCom briefing pronto, e eu disponível no WhatsApp durante a chamada para qualquer dúvida técnica.

Uma última coisa

O nosso cliente é quase sempre alguém que colocou dinheiro e esperança em uma loja e está frustrado. Muita gente já tentou vender alguma coisa para ele antes de você. O que faz a diferença aqui não é técnica de fechamento: é a pessoa perceber que, pela primeira vez, alguém olhou a loja dela de verdade antes de falar.

Se você entender isso, o resto deste documento é detalhe.